Os amigos do acaso São como as folhas de outono Espalham-se rápido ao vento. Os amigos de boêmia São feito fogo de palha E arduamente nos custam Os olhos da cara. Os amigos da onça São parentes de "Judas" Somos santos na presença Crucificados na ausência. Os amigos de trabalho Se não houver nenhum tapete Nos aplaudem , vão ao delírio Em troca, pagamos o ingresso. Os amigos interesseiros Nos contatam diariamente Mas, só pedem favores e favores Esquecem até de dar "bom dia".